Você acompanha o racha bolsonarista em SC enquanto Carlos desembarca e bagunça a corrida ao Senado

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Prepare seu chimarrão, porque a disputa pelo Senado em Santa Catarina virou novela bolsonarista. Você vai ver como a chegada de Carlos Bolsonaro mexeu com o ninho do PL e deixou Carol de Toni pensando em mudar de partido. O clima é de racha entre aliados e as pesquisas já apontam favoritismos. Para mais contexto sobre o racha, veja também https://www.cnnbrasil.com.br/politica/entenda-o-racha-entre-apoiadores-de-bolsonaro-na-disputa-pelo-senado-em-sc/.

Principais pontos

  • Racha entre apoiadores de Bolsonaro na disputa ao Senado em Santa Catarina
  • Carlos Bolsonaro anunciou pré-candidatura e quer transferir domicílio para Santa Catarina
  • Carol de Toni também busca a vaga e avalia sair do PL para viabilizar a candidatura
  • Pressão da família Bolsonaro e decisão do governador criaram tensão na base local
  • Pesquisas locais indicam Carlos Bolsonaro na frente das intenções de voto

Você presencia o racha: pré-candidatura de Carlos Bolsonaro agita a disputa ao Senado em Santa Catarina
Você está diante de um conflito entre aliados do ex-presidente que cresceu rápido. A pré-candidatura anunciada no fim de outubro por Carlos Bolsonaro ao Senado em Santa Catarina abriu uma disputa interna no grupo bolsonarista e mexeu nas forças locais do partido. Para entender melhor a dimensão do conflito, confira também https://www.cnnbrasil.com.br/politica/entenda-o-racha-entre-apoiadores-de-bolsonaro-na-disputa-pelo-senado-em-sc/.

Resumo — o que você precisa saber primeiro

  • Carlos Bolsonaro anunciou pré-candidatura e terá de transferir domicílio eleitoral do Rio de Janeiro para Santa Catarina.
  • A movimentação gerou desgaste entre bolsonaristas locais e nacionais.
  • A deputada federal Carol de Toni avalia mudar de sigla para viabilizar sua própria candidatura.
  • Pesquisas indicam vantagem inicial de Carlos sobre Carol no estado.

Contexto político
Você deve lembrar que o Senado renovará duas cadeiras por estado no próximo ano. A tentativa de Carlos de disputar por Santa Catarina surge em meio a uma estratégia familiar: seu irmão Flávio Bolsonaro deve tentar reeleição no Rio de Janeiro, o que pode ter motivado a busca por outra unidade federativa. Fontes políticas comparam o movimento a uma divisão anterior na família, quando dois irmãos concorreram em estados diferentes.

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O governador Jorginho Mello (PL) vinha negociando uma chapa local com o senador Esperidião Amin (PP). Relatos de bastidores indicam que houve pressão da liderança nacional para incluir Carlos na composição, tensionando alianças regionais.

Reações e movimentações
Você acompanha agora uma série de respostas públicas e trocas de acusações, resumidas assim:

  • Carol de Toni busca opções fora do PL e recebeu convites de outras siglas.
  • Partidos citados como possíveis destinos: União Brasil, Republicanos, MDB, Missão (ligada ao MBL).
  • Membros do PL em Santa Catarina classificaram a entrada de Carlos como um fator que muda a distribuição interna de vagas.
  • Lideranças nacionais do clã Bolsonaro repercutiram em defesa de Carlos, enquanto aliados locais falaram em insatisfação com a forma pública da disputa.

Relatos e publicações nas redes sociais mostraram apoio mútuo entre Carlos e Carol em certos momentos e críticas em outros. Fontes indicam que a disputa mistura estratégia partidária e comando da liderança nacional — para um apanhado midiático, veja https://www.cnnbrasil.com.br/politica/entenda-o-racha-entre-apoiadores-de-bolsonaro-na-disputa-pelo-senado-em-sc/.

Pesquisas e cenário eleitoral
Você encontra abaixo os números mais recentes de intenção de voto para uma cadeira do Senado por Santa Catarina, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data (setembro):

Candidato Intenção de voto (%)
Carlos Bolsonaro (PL) 45
Carol de Toni (PL) 33
Esperidião Amin (PP) 21
Décio Lima (PT) 19
Adriano Silva (Novo) 17
Carlos Chiodini (MDB) 7
Paulo Alceu (sem partido) 7
Branco/Nulo 7
Não souberam/opinaram 4

A pesquisa ouviu 1.200 eleitores em 2 e 3 de setembro, por telefone. A margem de erro é de três pontos percentuais, com 95% de confiança. Considere que o cenário pode mudar com movimentações partidárias e eventuais trocas de sigla.

Conclusion
Você acompanhou um verdadeiro racha político que mais parece novela — com direito à entrada em cena de Carlos Bolsonaro, ameaças de saída de Carol de Toni do PL e muita pressão de bastidores. O palco é o Senado em Santa Catarina. O enredo tem família, estratégia e pesquisas que, por enquanto, colocam Carlos na frente.

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Mas não se engane: voto não é futebol. O resultado não está no placar até o apito final. A transferência de domicílio, as costuras partidárias e as negociações de bastidor ainda podem virar o jogo. É política; é mistura de estratégia e sorte.

Quer seguir acompanhando os capítulos dessa disputa pelo Senado em Santa Catarina? Leia as reportagens e análises completas em https://www.cnnbrasil.com.br/politica/entenda-o-racha-entre-apoiadores-de-bolsonaro-na-disputa-pelo-senado-em-sc/.

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